<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7846826412192717119</id><updated>2011-10-26T09:15:55.131-07:00</updated><title type='text'>Blog do Paulo Ribeiro</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogdopauloribeiro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7846826412192717119/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdopauloribeiro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Paulo Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08543130529700059677</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_RcNy3K_FAbI/SMBx8QZ0XdI/AAAAAAAAAAY/C1wkbuZHTn0/S220/paulo3.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7846826412192717119.post-1691738521468751036</id><published>2008-09-04T17:23:00.000-07:00</published><updated>2008-09-04T17:25:55.552-07:00</updated><title type='text'>Editorial - Paulo Ribeiro</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0,0,0);font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;   Resolvi                desenvolver este site, a fim de deixar muito clara a intenção de                não me poupar, como fiz durante muitos anos, de mostrar tudo aquilo                em que acreditei durante meus trabalhos ao longo do tempo. Sem querer                de forma alguma ser prepotente, não conheço no Brasil, outras 2                pessoas sem ser uma delas eu e a outra, a minha amiga de luta Maria                Helena Rodriguez, Psicóloga do Vasco da Gama, que tenham 22 anos                de trabalhos ininterruptos na Psicologia do Esporte e dentro de                uma agremiação esportiva; a saber : Clube de Regatas do Flamengo                e Vasco da Gama respectivamente. Durante esses anos de experiência                pude constatar algumas coisas que pela falta da prática, algumas                pessoas não puderam observar. Está longe minha intenção de afirmar                que só se precisa de prática para tornar um trabalho reconhecido.Com                toda certeza precisamos de uma fundamentação teórico-científica                para sim estarmos desenvolvendo ciência, ao invés de pura e simples                observação sem compromisso.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;             &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nesses                anos de trabalho, tive algumas dificuldades para me identificar                com alguma abordagem teórica dentro da Psicologia. Testei muitas                delas e acabei ,depois de 4 anos de formação Lacaniana, me rendendo                a abordagem Cognitivo-Comportamental como a principal aliada do                meu trabalho de da minha equipe de Psicólogos no Flamengo que atuam                nas divisões de base.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;             &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Estive                muito preocupado durante muitos anos com alguns Psicólogos que estavam                tentando entrar na área esportiva e que não tinham uma visão mais                ampla do atleta e da otimização de sua performance, já que trabalhamos                com esporte de alto rendimento. Vi muitos colegas perdidos num emaranhado                de informações distorcidas pela própria falta de especificidade                da Psicologia do Esporte e, pela carência de metodologia de trabalho.                Foi pensando também nisso que reconheci a necessidade de passar                através de cursos, seminários, congressos e jornadas, os pontos                que eu achava mais importantes a serem avaliados pelos Psicólogos                do esporte. Um exemplo claro disso, foi minha intenção de mostrar                a esses profissionais que não se deve achar que o Psicólogo é tão                ou mais importante que os outros membros de uma comissão técnica,                que Psicólogo não ganha jogo, que Psicólogo não detém todo saber,                que o treinador é sempre o centro das atenções porque sempre é o                mais cobrado, que a autoridade do treinador em certos momentos é                inquestionável, que o trabalho deve ser sempre integrado numa equipe                interdisciplinar, que o Psicólogo precisa adotar uma postura profissional                coerente e muito mais entendimentos que somente a prática me deu                ao longo desses 22 anos de experiência.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;             &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Outro                ponto importante e que me faz discordar de alguns livros e de determinados                profissionais de psicologia, reside no fato de muito se falar em                perfil psicológico, avaliação psicológica, treinamento psicológico                pré e pós competição e outros tantos nomes que se dá à dinâmica                de trabalho do psicólogo, que muito se esquece das possibilidades                de intervenção deste profissional, ou seja, é necessário ter em                mente que nem sempre podemos levar à frente uma programação de trabalho                fixa, que em muitos momentos precisamos mesmo estar ao lado da comissão                técnica que busca somente como ouvintes e participantes de algumas                decisões. Tem certas horas que não cabe nenhuma intervenção por                parte do psicólogo e que isso não deve servir de desestimulo para                alguns, muito pelo contrario, é importante saber a hora precisa                da intervenção. Não podemos ser confundidos com aquelas pessoas                que realizam os trabalhos motivacionais ocasionais, somos diferentes                até pela nossa própria formação. Se conselho serve para alguma coisa                escute esse com certeza. Você Psicólogo, não é o todo poderoso que                pode dar todas as explicações para todas as situações, é preciso                implicar também o atleta no contexto das situações. Ele deve também                responder por falta de compromisso, de responsabilidade e de participação                nos maus resultados, nem sempre é do treinador a culpa por um fracasso.                As vezes temos grupos que não são habituados ao trabalho coletivo                e isso acaba que por deixar lacunas em toda a estrutura.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;             &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quero                nesse pequeno editorial caro colega, chamar sua atenção para a importância                da pratica em sua conduta profissional e cientifica. Quero lhe dizer                que mais que seu título de suposto saber em Psicologia, mais vale                sua humildade em reconhecer que a Psicologia do Esporte ainda carece                de especificidade e pesquisa e de menos oba oba em torno de um tema                que deve ser tratado como mais uma das ciências do esporte que vem                somar esforços em prol da otimização da atividade esportiva.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;             &lt;b&gt;Paulo Ribeiro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;             Psicólogo Futebol Profissional do Flamengo&lt;br /&gt;             Supervisor do Serviço de Psicologia do Depto. de Futebol&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7846826412192717119-1691738521468751036?l=blogdopauloribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdopauloribeiro.blogspot.com/feeds/1691738521468751036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7846826412192717119&amp;postID=1691738521468751036' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7846826412192717119/posts/default/1691738521468751036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7846826412192717119/posts/default/1691738521468751036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdopauloribeiro.blogspot.com/2008/09/editorial-paulo-ribeiro.html' title='Editorial - Paulo Ribeiro'/><author><name>Paulo Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08543130529700059677</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_RcNy3K_FAbI/SMBx8QZ0XdI/AAAAAAAAAAY/C1wkbuZHTn0/S220/paulo3.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
